O Cerrado é a segunda maior formação vegetal do Brasil, ocupando cerca de 2 milhões de km² distribuídos por dez estados. Apesar de sua importância ecológica, é um dos biomas mais ameaçados do país, pressionado pela expansão do agronegócio, pelo desmatamento e pelas queimadas, em um contexto de limitada proteção legal.
Neste território, povos tradicionais expressam modos de vida conectados aos ciclos naturais, revelando uma relação de pertencimento e adaptação à paisagem. Este ensaio convida o olhar à contemplação do Cerrado que ainda resiste, valorizando a beleza sutil de suas paisagens, seres vivos e culturas, e propondo uma reflexão sensível sobre a urgência de sua preservação